Partido e Política

Descrição da atuação do mandato nas áreas de Partido e Política.

Atuação Partidária

A atuação política de Arnaldo Godoy começou na década de 70 com a fundação da (UTE) União dos Trabalhadores do Ensino, que nos anos 90, originou o Sind-UTE e do Partido dos Trabalhadores.

Para o PT, Arnaldo levou sua militância na área da cultura, tendo contribuído para a implantação dos Coletivos e Setoriais de Cultura em todas as instâncias, além de integrar a Secretaria Nacional de Cultura do PT, órgão que chefiou em 2008.

Como vice-presidente do PT-BH (2009-2012), defendeu, no encontro da corrente Articulação (fev/12), candidatura própria do partido à Prefeitura de BH, por considerar que a “aliança” informal do PSB com o PSDB tensionou a relação do Executivo com os movimentos sociais e a cultura popular, além de esvaziar as conquistas históricas do PT em Belo Horizonte.

Questões Urbanas

Em 2011, ajudou na articulação dos conselheiros municipais e da sociedade para derrotar uma proposta de emenda à lei orgânica que pretendia retirar o caráter deliberativo dos conselhos de BH.

Com os setores culturais da cidade, participou das manifestações contra o cancelamento do FIT-2010 e integrou a comissão que apresentou propostas para garantir o evento, oficializado em 2008 por meio de lei de sua autoria.

Autoria de emenda ao Orçamento/2012 para que a suplementação orçamentária (valores que a PBH pode remanejar sem autorização prévia da Câmara) se mantenha, como nos anos anteriores, em 15% do orçamento.

Também em 2011, discutiu o projeto de revitalização do Mercado do Cruzeiro com a comunidade, cobrou da corregedoria da CMBH a investigação do caso Gera Ornelas e de outras denúncias contra alguns vereadores e foi um dos três parlamentares que votou contra os 61,7% de aumento nos salários dos vereadores. Em janeiro, foi um dos articuladores que garantiu o veto do prefeito à proposta.

Em 2009, coordenou um movimento suprapartidário formado por lideranças culturais e políticas pela permanência de Juca Ferreira no Ministério da Cultura, ressaltando o empenho do ministro na implantação do Sistema Nacional de Cultura, na aprovação do Plano Nacional de Cultura e na proposta popular de mudança na Lei Rouanet.

Em 2006, denunciou a demolição clandestina de casarões históricos por uma igreja evangélica, em Lourdes, gerando o embargo da obra e medidas compensatórias para o município