Diário do Arnaldo - De 6 a 14 de dezembro
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Diário do Arnaldo

Olá Rafael,

Segue o diário do Arnaldo de 6 a 14 de dezembro

6 de dezembro - Condução Coercitiva

6 de dezembro – BH amanheceu com ares sombrios, diante da condução coercitiva do reitor, vice-reitores e funcionários da UFMG. Como ocorreu na Universidade de Santa Catarina, com uma ação midiática e brutal, que causou o suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, a Polícia Federal continua a semear o terror no meio acadêmico, já que não houve motivos para a operação “Esperança Equilibrista”. Para Arnaldo Godoy, presidente do PT-BH, o nome da operação, retirado de uma canção de João Bosco e Aldir Blanc, assinala um deboche e um recado claro para a esquerda e para quem defende um país com mais justiça, direitos para todos e ensino superior gratuito e de qualidade. Em nome do partido, Godoy participou de ato na reitoria da UFMG e de outras ações de repúdio.  

27 de novembro - Memorial da Anistia

10 de dezembro – No Dia Internacional dos Direitos Humanos, Arnaldo Godoy participou de manifestação no Memorial da Anistia Política do Brasil, antiga Fafich, alvo de uma operação descabida e autoritária da Polícia Federal. Ao lado de estudantes, professores e lideranças dos movimentos sociais, ele repudiou a condução coercitiva sem a prévia intimação, prática sem respaldo jurídico que caracteriza constrangimento ilegal e ação arbitrária. “Não vamos tolerar isto. A UFMG sempre foi uma instituição séria, transparente e trincheira do livre pensamento e da prática democrática. Transmiti o recado do ex-presidente Lula, com quem conversei ontem ao telefone, que mandou um abraço solidário à UFMG e ao povo mineiro”, disse Arnaldo, que  encerrou sua intervenção cantando “O Bêbado e Equilibrista” símbolo da luta pela superação de um período sombrio e lastimável de nossa história recente. 

13 de dezembro - Roda de Conversa com circenses

13 de novembro – Na abertura da 1ª Mostra de Direitos Humanos, promovida pelo Governo de Minas, através da Sedpac, Arnaldo Godoy participou de uma roda de conversa com circenses, quando informou do veto do prefeito ao seu projeto que assegurava infraestrutura para circos itinerantes e garantia de saúde e educação para crianças de circenses. Ficou decidido o envio de uma carta ao secretário de Cultura de BH, Juca Ferreira, solicitando a reapresentação da proposta pelo próprio Executivo.

13 de Dezembro - Tombamento das comunidades quilombolas

13 de dezembro – Membro do Conselho do Patrimônio Municipal, Arnaldo Godoy participou da sessão extraordinária que oficializou o tombamento das comunidades quilombolas dos Luízes (Grajaú), Mangueiras (Ribeiro de Abreu) e Manzo Ngunzo Kaiango (Santa Efigênia). “O ano de 2017 foi muito difícil para os brasileiros, por conta do golpe, das perdas de direitos e tantas más notícia na politica. Por outro lado, nosso mandato pode comemorar o reconhecimento que prestou à contribuição da cultura afro-brasileira na construção da identidade de Minas Gerais”, disse Godoy, responsável pelas homenagens prestadas ao Grão-Mestre Dunga/capoeira de rua (5/4), nações de religiosidade de matriz africana (9/5), Centenário do Samba (12/6), Congado de BH (9/8) e a indicação de Makota Celinha/Cenarab ao Grande Colar do Mérito Legislativo da Câmara de BH (7/12).

7 de dezembro - Grande Colar do Mérito

7 de dezembro – Os vereadores Arnaldo Godoy e Pedro Patrus, e seus respectivos homenageados  não compareceram à entrega do Grande Colar do Mérito Legislativo da Câmara de BH, por conta da substituição da educadora Alaíde Lisboa pelo prefeito higienista de São Paulo, João Dória. Em comunicado, eles justificaram que a comenda foi criada para homenagear personalidades e instituições que tenham se tornado merecedoras por mérito ou prestação de serviços notáveis. “Um absurdo usá-la para palanque político. João Dória é conhecido por sua política higienista, sem nenhuma empatia ou gesto pela população mais necessitada e é avaliado, em sua própria cidade, como um prefeito ausente. Recusamo-nos a fazer parte da mais importante cerimônia de condecoração da casa do povo se ela tem como orador e mais alto homenageado um político antipovo, antipobre e antidemocrático”.

11 de dezembro - Dilma Rousseff

11 de dezembro – Após sessão plenária na Câmara, Arnaldo Godoy esteve na Assembleia Legislativa para acompanhar a exposição de Dilma Rousseff sobre o papel das mulheres na política, na resistência contra o golpe e contra a perda de direitos sociais e trabalhistas. A audiência foi solicitada pela deputada petista Marília Campos. Para o presidente do PT-BH, a campanha difamatória que culminou com o afastamento de Dilma, foi uma demonstração clara de que o machismo no país está em franca ofensiva.

12 de dezembro - Estátua de Iemanjá

12 de novembro – Um dia movimentado, na comemoração dos 120 anos de fundação de BH. Festa da Família e comemoração dos 70 anos da E.M. Aurélio Pires, no bairro Liberdade. Como autor da lei que criou a Escola de Tempo Integral, Arnaldo Godoy foi convidado pela diretora para falar do grande avanço que a jornada integral proporciona na melhoria do aprendizado dos alunos, com o envolvimento da comunidade escolar. Na sequência, a reinauguração da Estátua de Iemanjá, na orla da Lagoa da Pampulha, um símbolo da diversidade cultural de nosso povo. Neste ano, por indicação de Godoy, a Câmara Municipal reconheceu a contribuição das religiões afro-brasileiras para a construção da identidade do povo mineiro. 

13 de dezembro - Comissão Estadual da Verdade

13 de dezembro – Arnaldo Godoy esteve presente à cerimônia que divulgou o relatório final da Comissão Estadual da Verdade (Covemg), fruto de quatro anos de trabalho de cem pesquisadores e que revela novos fatos sobre o genocídio de civis, perpetrado no período militar (1964-1985). O presidente do PT-BH recomendou que as pessoas conheçam o relatório, que está disponível na internet, pois o povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la. Durante a cerimônia, o governador Pimentel, preso e torturado por lutar contra a ditadura, fez um discurso contundente, observando que os que hoje pregam a volta da ditadura militar só tem esta liberdade de expressão, porque muitos foram assassinados ou despareceram para garantir este direito.

Arnaldo Godoy

O gabinete fará um recesso a partir da quarta-feira 20 de dezembro. Desejamos a todos um ano de 2018 com mais lutas e conquistas. Mais do que nunca, estaremos empenhados em reafirmar os princípios petistas de políticas públicas inclusivas e de participação popular, que estabeleceram um marco na administração de Belo Horizonte. O Brasil e BH não podem andar para trás. Nenhum direito a menos.

Arnaldo Godoy

Enviado por Arnaldo Godoy

Avenida dos Andradas, 3100 Gab. 305 B - Santa Efigênia - BH - MG - 30260-070

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