Escola Integral: A educação chega ao futuro

O Projeto de Lei 51/2001, de minha autoria, que estabelece a jornada escolar integral para o Ensino Fundamental nas instituições de ensino da rede pública municipal foi aprovado em 28/02/03, em segundo e último turno, pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. Convertido em lei, garantirá uma jornada escolar mínima de nove horas diárias e assegurará aos alunos a formação básica comum, o acompanhamento do desempenho escolar, a realização de atividades artísticas, culturais, esportivas, de lazer e que possibilitem a convivência e a prática da cidadania.

O número de alunos de tempo integral por turma será de, no máximo, 25. A implementação da jornada escolar integral será progressiva, de modo a permitir a gradual adaptação da rede pública a suas exigências, e atingirá a totalidade do ensino municipal fundamental no prazo máximo de oito anos, colocando a capital mineira dentro do estipulado pela Lei de Diretrizes e Bases para a Educação. Além de representar um passo decisivo para a formação de nossas crianças e adolescentes, requalificando o conceito de escola plural, a nova Lei confere a BH um reforço extraordinário à rede social de proteção a nossas crianças e adolescentes. A capital mineira inicia, em 2004, a implementação da Escola Integral, dando um passo decisivo rumo ao futuro que todos desejamos.

 

Arnaldo Godoy – vereador PT-BH;
Primeiro Vice-presidente da CMBH

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Repercussão:

“A escola de tempo integral é a possibilidade de vivermos a escola plural em todas as suas dimensões: da arte, do corpo, do conhecimento, da socialização e, principalmente, de um espaço digno e seguro para os alunos.”

Maria do Pilar
Secretária Municipal de Educação de Belo Horizonte

 

“Ampliar o tempo na escola é consolidar o direito popular à educação, ao conhecimento e à cultura.”
Professor Miguel Arroyo

 

“A escola de tempo integral, por sua natureza inclusiva e por proporcionar uma formação mais ampla, é a que melhor atende as exigências de um novo modelo que combata a excludente escola de seriação.”

Antônio Carlos Hilário
Coordenador do SindiUTE-MG